Legião poética urbana: Poesias e textos com pontos psicológicos, alguns goles de filosofia, política e café.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

MAIS UM ativista da reforma agrária é assassinado no Brasil!!!

HOJE:


2010 Um proeminente ativista a favor da reforma agrária na Amazônia
brasileira foi assassinado a tiros, informou a polícia de Redenção, no Estado do Pará, nesta quinta-feira, 1.

Pedro Alcântara de Souza
foi morto com cinco tiros na cabeça por dois pistoleiros na quarta-feira, 31, à noite. Ele era presidente da Federação da Agricultura Familiar (Fetraf).

O crime aconteceu horas depois do anúncio de que o julgamento do suposto assassino da monja estadunidense Dorothy Stang tinha sido adiado pela justiça.
Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, é o único preso dentre os acusados pela morte da missionária.

Grupos defensores dizem que os conflitos locais entre rancheiros e camponeses pobres já provocaram cerca de 1.200 assassinatos nos últimos 20 anos.


ONTEM:

Em 1962 líder camponês João Pedro Teixeira é
assassinado no município de Sapé, a 60 km de João Pessoa, de arrendatários, assalariados e pequenos proprietários rurais.
O paraibano João Pedro Teixeira, fundador da primeira liga camponesa na Paraíba, é considerado um mártir da luta pela terra no Nordeste do país, a exemplo do acreano Chico Mendes, que se notabilizou na defesa do seringal e do meio ambiente na região amazônica

(foto: Sr. João, esposa e seus 11 filhos).

As ligas camponesas

A primeira das ligas surgiu no Engenho Galiléia, em Pernambuco, fundada em 1954 sob a denominação de Sociedade Agrícola e Pecuária dos Plantadores de Pernambuco. A experiência espalhou-se por outros estados nordestinos. Na Paraíba, a mais conhecida e combativa das Ligas Camponesas existentes até então foi a de a de Sapé, fundada por João Pedro Teixeira, como Associação dos Lavradores e Trabalhadores Agrícolas de Sapé e contava com mais de sete mil sócios. As Ligas Camponesas foram criadas inicialmente como associações e tinham objetivos definidos: prestar assistência social e defender direitos .
Eram voltadas para iniciativas de ajuda mútua. Passaram a atuar no início da década de 60 como ferramentas de organização do movimento agrário.Isso porque a sindicalização no campo era praticamente inexistente. A ousadia despertou a ira dos latifundiários, da época, a ponto de em 1962 terem sido acusados de mandar matar João Pedro Teixeira. Ele foi casado com Elisabeth Teixeira, com quem teve 11 filhos. Dois anos depois, o golpe militar de 1964 proibiu o funcionamento das Ligas Camponesas e interveio nos sindicatos dos trabalhadores rurais. Depois disso, os camponeses foram torturados e mortos. Os dois soldados acusados de assassinar João Pedro Teixeira foram libertados.
chico Mendes: seringueiro, sindicalista e ativista ambiental,
morto em 22 de dezembro de 1988, aos 44anos. o assassino Darly está em liberdade condicional.



QUE PAÍS É ESSE...
OS GRANDES FAZENDEIROS SÃO EM MAIORIA BANDIDOS, ASSASSINOS E ESTÃO NO GOVERNO NA CHA
MADA BANCADA RURALISTA!!! BASTA BRASIL, SOCORRO! CHEGA DE MORTES, REFORMA AGRÁRIA JÁ!!!!!!!

Dorothy Stang provando a lama do Brasil.

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MAIS UM ativista da reforma agrária é assassinado no Brasil!!!

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2010 Um proeminente ativista a favor da reforma agrária na Amazônia
brasileira foi assassinado a tiros, informou a polícia de Redenção, no Estado do Pará, nesta quinta-feira, 1.

Pedro Alcântara de Souza
foi morto com cinco tiros na cabeça por dois pistoleiros na quarta-feira, 31, à noite. Ele era presidente da Federação da Agricultura Familiar (Fetraf).

O crime aconteceu horas depois do anúncio de que o julgamento do suposto assassino da monja estadunidense Dorothy Stang tinha sido adiado pela justiça.
Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, é o único preso dentre os acusados pela morte da missionária.

Grupos defensores dizem que os conflitos locais entre rancheiros e camponeses pobres já provocaram cerca de 1.200 assassinatos nos últimos 20 anos.


ONTEM:

Em 1962 líder camponês João Pedro Teixeira é
assassinado no município de Sapé, a 60 km de João Pessoa, de arrendatários, assalariados e pequenos proprietários rurais.
O paraibano João Pedro Teixeira, fundador da primeira liga camponesa na Paraíba, é considerado um mártir da luta pela terra no Nordeste do país, a exemplo do acreano Chico Mendes, que se notabilizou na defesa do seringal e do meio ambiente na região amazônica

(foto: Sr. João, esposa e seus 11 filhos).

As ligas camponesas

A primeira das ligas surgiu no Engenho Galiléia, em Pernambuco, fundada em 1954 sob a denominação de Sociedade Agrícola e Pecuária dos Plantadores de Pernambuco. A experiência espalhou-se por outros estados nordestinos. Na Paraíba, a mais conhecida e combativa das Ligas Camponesas existentes até então foi a de a de Sapé, fundada por João Pedro Teixeira, como Associação dos Lavradores e Trabalhadores Agrícolas de Sapé e contava com mais de sete mil sócios. As Ligas Camponesas foram criadas inicialmente como associações e tinham objetivos definidos: prestar assistência social e defender direitos .
Eram voltadas para iniciativas de ajuda mútua. Passaram a atuar no início da década de 60 como ferramentas de organização do movimento agrário.Isso porque a sindicalização no campo era praticamente inexistente. A ousadia despertou a ira dos latifundiários, da época, a ponto de em 1962 terem sido acusados de mandar matar João Pedro Teixeira. Ele foi casado com Elisabeth Teixeira, com quem teve 11 filhos. Dois anos depois, o golpe militar de 1964 proibiu o funcionamento das Ligas Camponesas e interveio nos sindicatos dos trabalhadores rurais. Depois disso, os camponeses foram torturados e mortos. Os dois soldados acusados de assassinar João Pedro Teixeira foram libertados.
chico Mendes: seringueiro, sindicalista e ativista ambiental,
morto em 22 de dezembro de 1988, aos 44anos. o assassino Darly está em liberdade condicional.



QUE PAÍS É ESSE...
OS GRANDES FAZENDEIROS SÃO EM MAIORIA BANDIDOS, ASSASSINOS E ESTÃO NO GOVERNO NA CHA
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